Logótipo de Simone Caberti - Arquitectura & Design
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Uma história ítalo-portuguesa

Sou um arquiteto italiano com raízes sólidas no Porto. Desde cedo, procurei uma profissão que me desafiasse e que tornasse o dia a dia menos rotineiro. Foi nas viagens que encontrei a resposta: a Arquitetura.

Ao longo da vida, percebi que a minha atenção se fixava nas cidades, nos seus edifícios e nos seus espaços. Assim, depois de alguns anos dedicados aos negócios de família, troquei uma profissão técnica por uma mais criativa e inscrevi-me na Faculdade de Arquitetura de Parma, em Itália.

Rapidamente me aproximei do mundo da arquitetura, colaborando com um grupo de entusiastas da disciplina. Senti, então, a necessidade de alargar a minha formação e de lhe dar uma nova perspetiva. Tomei uma decisão corajosa e mudei de vida, escolhendo o desafio de uma das melhores escolas de arquitetura da Europa: a do Porto.

Foi nesta cidade que estabeleci relações sólidas e inspiradoras, que ainda hoje são a base da minha rede profissional e pessoal.

Cada projeto de arquitetura começa, também ele, com uma partilha de percursos e histórias. Convido-o a vir ao atelier partilhar a sua experiência e começarmos um novo percurso juntos.

O Arquiteto de Família

Acredito na arquitetura como um serviço e, também, como um direito de quem sonha em dar forma e espaço à sua vida. Neste processo, o arquiteto assume o papel crucial de guia, graças à sua capacidade de construir uma relação de confiança com o cliente, baseada na escuta.

Defendo a ideia do "arquiteto de família" que, tal como acontecia no passado com o médico, conhece as aspirações, os desejos e as necessidades do cliente, sabendo traduzi-las em espaços, formas e materiais. Um arquiteto deve estar preparado para criar um espaço no presente, a partir do seu contexto, mas sempre a pensar no futuro de quem o habita. Apesar da burocratização da profissão, acredito no seu valor enquanto trabalho social, focado nas pessoas. O meu lema é: “Os projetos não são para mim ou para os meus colegas, mas para as pessoas que os vivem”. É por isso que não me prendo a preconceitos ou modas, preferindo usar palavras e formas simples e verdadeiras.

Seja o espaço onde uma família cresce, um projeto de reabilitação que devolve a alma a um edifício, ou um investimento imobiliário pensado com rigor e valor futuro, o princípio é o mesmo: a arquitetura é um ato de confiança.

Se esta visão de uma arquitetura baseada na escuta e na confiança é aquilo que procura para a realização do seu espaço, o próximo passo é agendarmos uma primeira consulta para o ajudar a interpretar as suas necessidades.

Os dois protagonistas: tempo e cliente

O arquiteto é o principal interveniente na criação de um espaço. É ele que inicia e dinamiza o processo, tornando-o o mais fluido possível, colocando à disposição a sua experiência e a solidez da equipa técnica envolvida. O cliente está no centro e o arquiteto ao seu lado.

Onde ficaram os quilos de papel? O que, afinal, produz o arquiteto? Que valor tem uma ideia? A resposta é simples. O arquiteto dedica horas a observar o ambiente e a perceber como conjugar desejos e possibilidades. Dedica-se ao cliente e tira todo o tempo necessário para pensar, imaginar e traduzir graficamente o resultado dessas reflexões.

Cada espaço, seja ele novo ou já conhecido, é para mim uma oportunidade de análise e de alimentar a curiosidade; por isso, o meu campo de ação é o dia a dia. As horas passadas em frente ao ecrã do computador são apenas a fase final de um processo de conhecimento mais longo. Assim, o objetivo não é quantificar o papel impresso, mas sim a qualidade do tempo dedicado a experimentar combinações entre a realidade e os desejos.

Um projeto bem-sucedido exige tempo de qualidade, dedicação ao detalhe e um foco absoluto no cliente. Se é este o processo que valoriza, estou disponível para o iniciar consigo.

A realidade é a melhor inspiração

A minha experiência é o primeiro serviço que ofereço aos meus clientes. Todas as vivências profissionais anteriores, as diferentes realidades e pessoas que conheci, viajando, trabalhando e estudando, estão à disposição de cada novo projeto.

O facto de ter vivido diversas realidades profissionalis permitiu-me manter uma perspetiva alargada sobre as coisas, algo fundamental para o equilíbrio necessário na atribuição de uma identidade própria a cada projeto. Os critérios que sigo ao desenhar são poucos e solidos: os desejos e necessidades do cliente, a experiência e a honestidade dos materiais. Este último fator é, de facto, o meu grande foco. O material tem duas componentes: uma visual, facilmente imitável, e uma emocional que confere honestidade a um projeto. A escolha dos materiais é verdadeiramente importante, pois contribui para a sensibilidade dos espaços.

A minha experiência está ao serviço dessa transformação: traduzir as suas necessidades em matéria, luz e volume. Para explorar como as suas ideias podem ganhar forma, encontre-me no atelier.

O Atelier

O Convite

Vivemos num mundo saturado de imagens, de projeções virtuais que nos prometem sensações. Mas a arquitetura não pertence a esse mundo. A arquitetura é física. É a luz real que esculpe um volume, a textura da matéria que nos convida ao toque, o silêncio confortável de um espaço bem pensado.

É por isso que o meu portfólio não está aqui. Ele não cabe num ecrã, porque é feito de matéria, de cheiros, de sons e de emoções físicas. O meu verdadeiro trabalho não nasce de uma só conversa, mas de um diálogo contínuo. É um processo de partilha e de tempo, onde a escuta atenta constrói a confiança mútua que é a base de cada projeto.

Se procura um espaço com alma, o nosso ponto de partida não pode ser digital. Convido-o para uma primeira conversa no meu atelier, para explorarmos as suas ideias e necessidades. A arquitetura, a verdadeira, nascerá como consequência.

Fotografia de Simone Caberti, arquiteto no Porto

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